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Um projeto pioneiro iniciado no Sindicato Rural do Vale do Rio Grande em parceria com a CATI (Coordenadoria de Assistência Técnica Integral) e a Prefeitura da Estância Turística de Barretos, através da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, começou a se tornar realidade com a implantação da primeira placa em local autorizado pela Cetesb para captação de água na zona rural.
Localizado na estrada municipal BA-27 – Barretos-Brejinho, a captação foi instalada em um afluente do Rio Velho.
Segundo o engenheiro ambiental da Secretaria de Meio Ambiente, Murilo Souza, através da provocação realizada por meio o Sindicato Rural pedindo a regularização e legalização de 37 pontos de captação de água com georeferenciamento, foi dado início ao processo de regularização. “Tivemos autorização de intervenção em APP expedida pela Cetesb e dispensa de autorização de recursos hídricos, já que a captação superficial não vai ultrapassar 25 metros cúbicos por dia. Com essas autorizações expedidas pelos órgãos ambientais, já conseguimos nove autorizações e ao todo são 37 pontos que estamos pleiteando para os próximos anos da gestão”, explicou Murilo.
O presidente do Sindicato Rural do Vale do Rio Grande, Enio Melo Rodrigues, o levantamento dos pontos de captação foi realizado em todos os municípios de Barretos, Colina, Colômbia e Jaborandi para a implantação dos pontos de captação para que os caminhões não precisam andar longas distâncias para combater incêndios. “Quando mais rápido o caminhão retornar, menos fogo atinge os canaviais e a vegetação. É um trabalho inédito em todo o estado de São Paulo”, afirmou Enio.
O secretário de Meio Ambiente, Marcelo Jamal, após a autorização iniciamos a implantação das placas de captação nestes nove pontos, já que Barretos é o quinto maior município de São Paulo em extensão rural, com 847 km de estrada rural. “É importante ter vários pontos de captação para ficar fácil para os caminhões pipas fazerem o combate ao fogo. Esse autorização é só para casos de incêndio”, afirmou.
O prefeito de Barretos, Odair Silva, explicou que é um trabalho que começou há alguns meses com a diretoria do Sindicato Rural, em parceria com a CATI e a secretaria de Meio Ambiente para dar autorização a essa iniciativa. “Buscamos os pontos certos, mapeando estes pontos para ter a devida liberação destes órgãos para que a água seja captada conforme a lei determina”, disse o prefeito.





