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Foto – Diretor Luiz Henrique Barrochelo durante entrevista na Rádio O Diário
Foto – Divulgação
A partir do mês de maio, terá início, no estado de São Paulo, o período de recadastramento do rebanho e também o início da contribuição com o Fundesa-Pec (Fundo de Defesa Estadual da Sanidade para a Pecuária). A informação foi confirmada pelo diretor da Defesa Agropecuária da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Luiz Henrique Barrochelo.
Criado no ano passado, entra em vigor neste ano o Fundo de Defesa Estadual da Sanidade Animal para a Pecuária (Fundesa-Pec). Segundo o diretor da Defesa Agropecuária, Luiz Barrochelo, o novo fundo funciona como uma indenização em caso de reintrodução da febre aftosa, já que seria necessário eliminar os animais do plantel.
“Para o produtor não ficar no prejuízo por perder esses animais, esse fundo restitui o valor dos animais ao produtor. O fundo funciona por meio de uma contribuição na declaração do rebanho. Ao finalizar a declaração, será gerada uma taxa baseada no rebanho que o produtor possui, que será recolhida e depositada nesse fundo para eventual indenização do produtor”, orienta o diretor da Defesa Agropecuária de São Paulo.
Segundo ele, desde 2023 o estado de São Paulo não vacina mais contra a febre aftosa, e todo o Brasil deixou de vacinar desde 2024.
“Fomos considerados um país livre da febre aftosa sem vacinação. Mesmo assim, mantemos uma vigilância constante para essa doença, que é uma das mais importantes na pecuária mundial. Trata-se de um divisor de águas em termos sanitários, e todos os países que possuem esse status mantêm abertura de mercado, o que ajuda a consolidar o Brasil como grande exportador de proteína animal do mundo”, afirmou Barrochelo.






